Como o mundo consome mídias sociais

Posted by admin On fevereiro - 1 - 2013

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Se Pinky e o Cérebro nos ensinaram uma coisa, é que tomar o mundo é difícil. Mas, novamente, as mídias sociais fazem com que isso pareça muito fácil.

Durante a última década o uso de mídias sociais têm sido uma das atividades mais rápidas e universalmente adotadas desde a invenção da respiração. Mais da metade do mundo de 2,4 bilhões de usuários de Internet entram em uma rede social regularmente – um número que está aumentando rapidamente.

Mesmo sem a China, a população mundial de Internet, o Facebook, possui mais de 1 bilhão de usuários ativos. Percebe-se portanto, que os números para a adoção de mídia social são impressionantes.

Confira o infográfico abaixo, feito pela Social Jumpstart e hasai, para mais informações sobre o uso global de mídia social.

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Com informações de Mashable.

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O serviço de compartilhamento de arquivos Mega recebeu 150 notificações para violações de direitos autorais desde o seu recente lançamento. Kim Dotcom, o fundador do site, ainda está sob acusação pelo Ministério Público dos Estados Unidos por conta do Megaupload.

Um site francês parece já estar hesitante, depois de coletar links para o conteúdo armazenado no Mega, incluindo supostos arquivos do filme “Django Livre” de Tarantino (“Django Unchained”, em inglês), do Office e da música “Bennie and the Jets”, do Elton John.

Lançado em 20 de janeiro, o Mega permite às pessoas armazenar 50GB de conteúdo criptografado gratuitamente. Esses arquivos podem ser compartilhados entre usuários por meio de links e podem ser decifrados se o usuário que compartilha também divulgar a chave de criptografia.

O serviço foi desenvolvido com o objetivo de evitar as acusações de violação de direitos autorais que assolaram o Megaupload, fechado em janeiro de 2012. Como o conteúdo enviado é criptografado, o Mega não pode determinar o que está nos arquivos armazenados. Mas os removerá caso receba uma notificação de infração de direitos autorais.

Um dos advogados do Mega e Megaupload, Ira P. Rothken, disse na quarta-feira (30/1) que o serviço tem respondido prontamente às notificações de violações de copyright, “e inclusive ajudado a corrigir avisos defeituosos ou incompletos”.

“O Mega não quer que pessoas usem seus serviços de armazenamento em nuvem com propósitos de violação”, disse Rothken via e-mail.

Nos EUA, prestadores de serviços podem receber notificações de violação de direitos autorais sob o Digital Millennium Copyright Act. Se válido e apresentado na forma correta, o prestador de serviços é obrigado a remover rapidamente o conteúdo, ou bloqueá-lo.

Rothken disse que os 150 pedidos, que dizem respeito a 250 arquivos, vieram dos EUA, assim como de outros países. Muitos lugares, incluindo os Estados Unidos, têm os chamados “porto seguro” disposto nas leis dos direitos autorais, que isenta provedores de responsabilidade, desde que o conteúdo ilegal seja removido.

Fonte: IDGNow

Foi dada a largada para o Twitter totalmente em português

Posted by josemoutinho On maio - 12 - 2011

O Twitter criou uma Central de Tradução que permite a contribuição dos usuários brasileiros na tradução do microblog para o português.

Para contribuir, os interessados devem acessar a Central de Tradução por meio da sua conta do Twitter e estudar as regras e glossário, entre outras orientações. “Uma vez na Central de Tradução, você pode enviar a sua tradução ou votar na tradução de outro usuário. Você também encontrará dicas que facilitarão a sua tradução”, diz o post do Twitter.

Com certeza, os dirigentes do Twitter estão presenteando (com justeza) o público brasileiro, que é o terceiro maior usuário do famoso microblog. Assim, estaremos mais próximos de um Twitter totalmente em português, que resultará na ampliação do público de língua portuguesa.

Em março último, uma pesquisa realizada pela comScore revelou que o Brasil é o terceiro no “ranking” de maior utilizador dos serviços do Twitter, com 23,7% de penetração. O primeiro colocado é Holanda, com 26,7%; o Japão é o terceiro, com 26,6%; seguido da Indonésia (22%), Venezuela (21%), Canadá (18%), Argentina (18%), Turquia (16,6%), Filipinas (16,1%) e Cingapura (16%).