Foi com o intuito de reunir profissionais, usuários e interessados em Software Livre que o VOL DAY 3 (Viva o Linux Day) ocorreu no penúltimo sábado (24), em Niterói, no Rio de Janeiro.

Palestrantes vindos de diversas regiões do Brasil discutiram a importância do uso e disseminação do Software Livre, não só como movimento tecnológico, mas também como um movimento em expansão com fortes vertentes políticas, sociais e culturais.

JULIO NEVES e Shell Script

Neste ano, o evento ocorreu no Instituto Superior La Salle, em Niterói, e contou com a participação de nomes como Julio Cesar Neves e seu Papo de Botequim, falando sobre programação Shell Script.

Robson Leite e Silvio Palmieri

O uso de Software Livre na política também entrou em cena com o deputado Robson Leite, responsável pela Lei do ODF que fez com que os órgãos da administração pública passassem a adotar o formato aberto de arquivos para criação, armazenamento e difusão de documentos. Durante o VOL DAY 3, o deputado, junto com Eliane Domingos, mantenedora do LibreOffice, falou sobre o centro de desenvolvimento de software livre e de código aberto de Itaipu, o DCFOSS.

Kretcheu falando sobre o uso do Software Livre

Do ponto de vista técnico e social, Paulo Kretcheu, responsável pelo Kretcheu Video Blog, trouxe o uso do Software Livre como fator determinante para a autonomia dos usuários de computadores, sem contar com questões socioculturais e econômicas vinculadas ao uso de software proprietário que só são minimizadas com a disseminação de conceitos de liberdade e autonomia pré existentes no Software Livre.

Festival de Instalação de Software Livre

Durante todo o sábado ocorreram oficinas, palestras e debates, possibilitando que usuários e não usuários aprendessem e aprimorassem conceitos e ferramentas de Software Livre, sem contar com o festival de instalação que ocorria paralelo ao evento, permitindo que novos usuários aderissem ao movimento ali mesmo e tivessem todo o suporte necessário para a transição.

Clique aqui para ver mais fotos, aqui para assistir a palestra sobre Software Livre ministrada e gravada pelo próprio Kretcheu e aqui para conferir vídeos do evento também disponibilizados por ele.

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SECCOMP 2011

Posted by Nicholas Lima On julho - 9 - 2011

Seccomp 2011

Começaram os preparativos para a 19ª edição do SECCOMP que será realizada entre os dias 17 a 21 de Outubro no campus da UNESP em Rio Claro.

Esse ano o evento contará com o apoio da Comunidade Linux de Indaiatuba, que ficará responsável por organizar o installfest, duas palestras e um mini-curso. Segundo a comunidade, seu objetivo neste dia será promover o uso de software livre em geral, além de criar interações entre usuários e desenvolvedores. Read the rest of this entry »

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Políticas de Software Livre do Governo RS

Posted by josemoutinho On junho - 28 - 2011

O site softwarelivre.org noticiou, em 24/6, último,  que a comunidade de software livre tem mais uma oportunidade de colocar as políticas sobre o tema na pauta do governo do Rio Grande do Sul, na ferramenta “O Governador Escuta”, do Gabinete Digital – lançado em maio, visando a aproximação do governo com o cidadão através da internet.

Está em votação (aberta) uma pergunta sobre software livre. No primeiro mês, a mais votada do teve 858 votos. Quantos somos na comunidade Software Livre? A pergunta escolhida será respondida em vídeo diretamente pelo governador Tarso Genro. É a “democracia conectada”, cidadãos colocando o governo pra pensar o que nos interessa.

O softwarelivre.org convida a todos que votem: http://migre.me/55eYF

O Gabinete Digital já está aberto, tendo como preceito o uso de licenças livres. Nesta quarta-feir (29/6), às 14h, o governador Tarso Genro estará no Fisl12, em Porto Alegre, em mais uma agenda do “Governo Escuta”. Com o tema “Cultura, Democracia e Governos do séc. XXI”, Tarso Genro ouvirá especialistas que ajudarão a pensar políticas relacionadas à participação, transparência e tecnologia.

Saiba mais em softwarelivre.org

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A Romênia recomenda software livre “sempre que necessário”

Posted by josemoutinho On maio - 26 - 2011

O ministro da Comunicação e Sociedade da Informação da Romênia, Valeriano Vreme, disse em uma conferência em Bucareste, que as autoridades públicas daquele país deveriam “usar sistemas de código livre e aberto, como Linux, quando uma avaliação madura mostrar que é a solução adequada”. De acordo com um relatório na osor.eu, Vreme disse que não iria apoiar uma lei que obrigava as instituições a usar o código aberto, mas a função do ministério é apresentar os prós e contras de um produto e suas alternativas.

Vreme convidou fornecedores romenos de TI que utilizam software livre e código aberto para criarem projetos relevantes e acessíveis para a administração pública, tornando-os disponíveis na Biblioteca – um repositório de programas livres administrado pelo Instituto de Informática do governo. A conferência foi organizada pela editora de notícias de TI, Ágora, e atraiu cerca de oitenta pessoas que ouviram os planos de Vreme. Ele disse, ainda, que apoiará os organizadores na realização de conferências sobre Linux e outros softwares de código livre e aberto no país.

Fonte: Revista Espírito Livre, com informações da “The H Open” – http://www.h-online.com

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Lançada a segunda versão do curso prático de Inkscape

Posted by josemoutinho On maio - 26 - 2011

Para quem sempre procurou um material de estudo consistente sobre o Inkscape, permitindo “botar a mão na massa” sem muita enrolação, não precisa mais procurar: a segunda edição do curso prático “Inkscape: logo a logo” foi lançada em abril, último. A versão foi revisada, ampliada e atualizada para a última versão do Inkscape.

Não perca tempo e baixe logo o livro, que é gratuito: http://www.agni.art.br/logo-a-logo-curso-pratico-de-inkscape/

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Deputados cariocas aprovam a adoção de Software Livre

Posted by admin On maio - 20 - 2011

Em função do alto custo na aquisição e atualização (em numerosas máquinas) do pacote de escritório da Microsoft [MS Office], a Assembleia Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou o projeto de Lei 152/11, que adota preferencialmente o uso de documentos de formato aberto, ou ODF (Open Document Format) na administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. O PL 152 é de iniciativa do deputado Robson Leite (PT).

O ODF é o formato padrão de documentos gerados pelos pacotes livres LibreOffice (BrOffice) e OpenOffice, criados e mantidos pela comunidade GNU/Linux.

O Diário do Rio de Janeiro destacou que a aprovação da proposta deixa o Executivo mais próximo de passar pela adaptação pela qual a Alerj já passa. Os funcionários do Parlamento já têm a opção escolha entre sistemas operacionais: o Windows ou o Ubuntu (baseado em Linux), além disso a Alerj já vem usando o pacote BrOffice, totalmente gratuito, o que tem gerado economia aos cofres públicos.

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro(Alerj) aprovou, em segunda discussão, o Projeto de Lei 152/11, que estabelece a adoção preferencial do uso de documentos de formato aberto, ou ODF (Open Document Format), na administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional.

Agora o PL 152 será enviado ao governador, que uma vez sancionado fará do Rio de Janeiro o segundo estado a adotar a medida. O primeiro é o Paraná, onde o software livre conta com grande disseminação nos estamentos governamentais, entre outros, inclusive de reconhecimento internacional.

O deputado Robson Leite prevê que a adoção do software livre no Rio representará uma economia de R$ 20 milhões por ano em licenciamento. Ele acrescentou, ainda, que a medida contribuirá para a geração de empregos, pois os programas proprietários (fechados) geram emprego e renda no exterior.

Fonte: Revista Espírito Livre, com informações do Diário do Rio de Janeiro e Monitor Mercantil.

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O Ubuntu terá 200 milhões de usuários em 2015?

Posted by josemoutinho On maio - 11 - 2011

Em artigo publicado no Guia do Hardware, na terça-feira (9/5), Carlos Morimoto avalia como “excessivamente ambiciosa” a meta de Mark Shuttleworth, CEO da Canonical, de que a distribuição Linux Ubuntu atingirá, em 2015, 200 milhões de usuários. “Considerando que o Ubuntu tinha 8 milhões de usuários em 2008 e 12 milhões em 2010 (contabilizados pelos “pings” das instalações aos servidores da Canonical), esta meta parece excessivamente ambiciosa, mesmo para alguém como o Shuttleworth”.

Para Morimoto esta meta pode objetiva emular a equipe de produção, para “atingir algum número intermediário”. Pode, também, ser um “sinal de que a Canonical ande planejando alguma nova versão do sistema que permita a eles cobrirem o resto do terreno”. Morimoto avalia que as vendas de novos computadore pessoais andam em “suave declínio”.

O articulista acredita, também, que a Canonical esteja de olho em contratos com grandes fabricantes de computadores para que “o Ubuntu passe a vir instalado em um volume significativo de novas máquinas”.

A Microsoft, pela análise de Morimoto, representa, com o Windows 7, uma pedra no caminho do Ubuntu, pois “a Microsoft sempre se mostrou muito disposta a fazer propostas irrecusáveis a qualquer fabricante usando Linux em massa (lembra do caso da Asus com o Eee PC?) e a natural resistência dos usuários, isso me parece improvável.

Assim, uma boa saída para o Ubuntu, continua Morimoto, seria o setor dos dispositivos móveis. “Existem algumas pistas de que isso poderia vir a acontecer, como a inclusão do Qt no Ubuntu 11.10 e a grande ênfase em suporte a toque no Unity, usado como interface padrão na última versão, o que poderia levar a uma versão do sistema destinada a tablets”.

Ainda que a Canonical esteja investindo para ingressar no setor dos tablets (liderado pelo iPad), Morimoto acredita que meta de 200 milhões de usuários do Ubuntu “está muito distante, mesmo nas perspectivas mais otimistas”.

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