03-02-2013_ubuntu-logo32

Canonical vai tentar fazer do Ubuntu 13.04 sua melhor versão e uma das maneiras de fazer isso é através da melhoria do Dash e suas funcionalidades online.

Todo mundo se lembra do alvoroço que foi quando a Canonical anunciou que as pesquisas Dash seriam online, especialmente na lente Home.

Apesar das controvérsias eles continuaram caminhando neste sentido, e para acalmar os comentários incorporaram um “kill switch” para todas as pesquisas online, mas essa decisão foi recebida com um certo ceticismo, porque a opção de busca on-line através do Dash é ativada por padrão.

A Canonical publicou um documento em que descreve como a busca no Ubuntu 13,04 (Raring Ringtail) irá funcionar. Eles o chamaram de projeto “100 Scopes”.

“Ubuntu vai incluir muitas novas lentes, e muitas mais virão no futuro, como parte do projeto “100 Scopes”. O Dash agora vai receber e enviar informações de um servidor central e assim responde as consultas de forma mais rápida. Tornando do Dash mais eficiente através da colaboração da comunidade com lentes e dados de uso.

“Como antes, o Dash pode ser restringido, para não incluir qualquer conteúdo online ou contribuição nas configurações do sistema de privacidade”, afirma o documento.

Entre todas as informações importantes publicadas neste documento, o maior interesse do os usuários do Ubuntu é em relação às questões de privacidade.

O processo de envio dos dados relevantes para o servidor da Canonical tem sido descrita de forma bem detalhada, mas o que vai certamente atrair a atenção é a decisão de enviar informação geográfica.

Isto faz sentido, de certa forma, se você estiver procurando por um produto na Amazon, por exemplo, mas as pessoas podem ver isso como uma violação de privacidade.

Canonical tem assegurado aos usuários que seus dados não serão divulgados para empresas de terceiros e ainda que serão tratados com o máximo cuidado.

Distribuições depois da 13,04 vão reunir ainda mais informações, como quanto tempo os resultados foram na tela para, resultados de contagem, duração do clique, contagem de clique em resultados,posição do clique, e muitas outras informações.

Mais detalhes sobre este “100 Scopes” projeto pode ser encontrada no Ubuntu oficial Wiki.

Via Softpedia

EA lança dois jogos na Central de Programas do Ubuntu

Posted by Tiago Passos On maio - 9 - 2012

De acordo com o anúncio de Jono Bacon, funcionário da Canonical – empresa que mantém o Ubuntu – a Eletronic Arts (EA) lançou dois jogos na Central de Programas do Ubuntu (Ubuntu Software Center): Command & Conquer Tiberium Alliances e Lord of Ultima. Ambos são jogos feitos para rodar no navegador, e estão disponíveis gratuitamente na internet. São compatíveis com o Firefox 4.0, Internet Explorer 9 e Google Chrome.

Segundo Jono, “enquanto alguns podem ficar presos ao fato de que os jogos funcionam na web, essa é uma grande oportunidade que a EA identificou como um canal para entregar seu conteúdo”. A EA é um dos três maiores fabricantes de jogos e a publicação de jogos para Linux, mesmo que não sejam nativos, é um bom sinal. Existem rumores de que a Valve – outra fabricante de jogos – está trabalhando para lançar uma versão do jogo Steam para Linux.

Não ficou claro se a EA planeja novos lançamentos para Ubuntu no futuro e se seus futuros planos incluem jogos nativos para a plataforma. No passado, fabricantes reclamaram da dificuldade de portar suas soluções de DRM para Linux. A Canonical até agora não se posicionou a respeito.

Com informações da The H Open

O Ubuntu terá 200 milhões de usuários em 2015?

Posted by josemoutinho On maio - 11 - 2011

Em artigo publicado no Guia do Hardware, na terça-feira (9/5), Carlos Morimoto avalia como “excessivamente ambiciosa” a meta de Mark Shuttleworth, CEO da Canonical, de que a distribuição Linux Ubuntu atingirá, em 2015, 200 milhões de usuários. “Considerando que o Ubuntu tinha 8 milhões de usuários em 2008 e 12 milhões em 2010 (contabilizados pelos “pings” das instalações aos servidores da Canonical), esta meta parece excessivamente ambiciosa, mesmo para alguém como o Shuttleworth”.

Para Morimoto esta meta pode objetiva emular a equipe de produção, para “atingir algum número intermediário”. Pode, também, ser um “sinal de que a Canonical ande planejando alguma nova versão do sistema que permita a eles cobrirem o resto do terreno”. Morimoto avalia que as vendas de novos computadore pessoais andam em “suave declínio”.

O articulista acredita, também, que a Canonical esteja de olho em contratos com grandes fabricantes de computadores para que “o Ubuntu passe a vir instalado em um volume significativo de novas máquinas”.

A Microsoft, pela análise de Morimoto, representa, com o Windows 7, uma pedra no caminho do Ubuntu, pois “a Microsoft sempre se mostrou muito disposta a fazer propostas irrecusáveis a qualquer fabricante usando Linux em massa (lembra do caso da Asus com o Eee PC?) e a natural resistência dos usuários, isso me parece improvável.

Assim, uma boa saída para o Ubuntu, continua Morimoto, seria o setor dos dispositivos móveis. “Existem algumas pistas de que isso poderia vir a acontecer, como a inclusão do Qt no Ubuntu 11.10 e a grande ênfase em suporte a toque no Unity, usado como interface padrão na última versão, o que poderia levar a uma versão do sistema destinada a tablets”.

Ainda que a Canonical esteja investindo para ingressar no setor dos tablets (liderado pelo iPad), Morimoto acredita que meta de 200 milhões de usuários do Ubuntu “está muito distante, mesmo nas perspectivas mais otimistas”.