Lançada edição n.22 da Revista Espírito Livre!

Posted by admin On fevereiro - 1 - 2011
Revista Espírito Livre - Ed. #022 - Janeiro 2011

Revista Espírito Livre - Ed. #022 - Janeiro 2011

Revista Espírito Livre - Ed. n #022 - Janeiro 2011
Revista Espírito Livre - Ed. n #022 - Janeiro 2011

E 2011 chega e com ele, um turbilhão de coisas para fazer. Mês de janeiro, então, é típico e comum em todos os anos: um mês que para alguns é férias, e para outros é o oposto, afinal alguém tem que cuidar das tarefas enquanto outros se divertem em suas férias. É mês de estudo, onde muitos se reservam para estudar, se reciclar, se aperfeiçoar, já que durante o ano, isso quase sempre é impossível para certas pessoas. Janeiro também é um ano que, para tantos outros, se programar, se agendar. Mês de promessas, de dietas, um mês que serve para analisarmos os pontos positivos do ano que passou e fazer novos planos, mesmo que não dê tempo para fazer tudo. Para nós, da Revista Espírito Livre, também não seria diferente. Aguardem que coisa boa está por vir…

A edição de janeiro da Revista Espírito Livre apresenta ao leitor, um tema bastante recorrente em sites especializados e que alguns simplesmente tentam ignorar: Software Livre nas empresas. O software livre já é uma realidade em grande parte das empresas, e aquelas que, dizem não usar, muito provavelmente acabam usando, seja na hospedagem de seu site, seja no framework utilizado para criar uma solução web, seja para navegar, já que a própria Internet tem como pilares, softwares de código-aberto. Neste contexto, fomos conversar com Arvind G. S., um indiano, responsável pelo Projeto Fedena, uma suite para gestão escolar.

Além disso, a edição apresenta várias outros artigos que ajudam a compor o tema do mês. Albino Biasutti apresenta um pequeno case de sucesso de implantação de software livre em uma empresa hospitalar, Estefânio Luiz Almeira fala sobre o MySQL e como ele pode ser uma boa solução empresarial, no que diz respeito a Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados. Evaldo Júnior, que andava sumido, mas que retoma suas contribuições junto a revista, fala sobre um case de implantação de software livre em uma micro empresa. Gilberto Sudré, deixa claro em seu artigo, que o software livre já está maduro para o mercado.

A edição ainda leva o leitor a conhecer um pouco mais sobre as vantagens do software livre no desktop, apresentadas por Marcelo Menezes. Walter Capanema aborta um tema polêmico sobre o WikiLeaks e o direito a informação.

Esta edição ainda traz um fascículo especial, que se encontra ao final da revista. Na verdade, este fascículo trata-se de uma republicação dos “Cadernos da Liberdade”, de autoria de Djalma Valois Filho, um grande parceiro da comunidade de software livre no Brasil. Os quadrinhos datam de 2004, mas ainda continuam bastante atuais, como os leitores poderão comprovar.

Assim, como em outros meses, a edição de número 22 está repleta de material interessante e que atende a uma demanda bem diversificada de leitores.

Aproveito para agradecer a todos os colaboradores e envolvidos na produção desta e de outras edições. A publicação é um esforço conjunto e que só se concretiza com a participação de uma equipe empenhada em levar ao leitor um material de qualidade.

E para os leitores da Revista Espírito Livre, o nosso muito obrigado por nos acompanhar. E que venha 2011.

  • Muito bom o trabalho de vocês. Já tem um tempo que acompanho vocês, sempre divulgo o trabalho de vocês.

    Estou escrevendo um pequeno artigo no meu blog, http://www.cotidiano-linux.blogspot.com, sobre o lançamento da edição 22.

    Nick Lima
    @nickdigietal – @cotidianolinux

  • Vendo o começo da tirinha no final… Poxa, não gostei 🙁

    Visão um tanto quanto preconceituosa do Windows. Em hardware decente raramente o XP (que tinha vida boa na época da tirinha, 2004) travava de congelar, normalmente as falhas graves são causadas por problema de hardware – programas no GNU/Linux tb fecham sozinhos, travam e podem fazer perder documentos não salvos. Vale sempre destacar os benefícios do software livre, mas não criando mentiras sobre os proprietários – software livre também pode dar pau, trava, se cair a sessão do X fecha todos os programas gráficos, etc.

    No mais, parabéns pelo material, muito bom como sempre 😀

  • Raramente o XP trava se você usar ele durante o dia e desligar a noite…
    Quero ver um XP mesmo no melhor hardware aguentar pelo menos 10 dias sem travar…
    Sem falar que depois de um dia todo de uso continuo o Xp se torna tão lento que é quase inevitável ter que reiniciar…

  • Jairo Jatalon

    Difícil a comparação, Marcos Elias. O que eu aprendi na Red Hat (EUA), que faz a segurança de dados da Bolsa de Valores de Nova York, dentre outras bolsas, é que os drivers são compilados no kernel, o que nunca ocorreu no mundo da Microsoft, apesar desta ter introduzido o WMI, que foi um bom avanço para o que vc relata no seu prezado post. Os drivers devem se casar totalmente com o hardware antes de definitivamente compilar o kernel. Por isso mesmo o trabalho da comunidade é tão importante, testando antes e indicando o hardware que casa. Na Red Hat a exigência de hardware era/é imensa, pois só fazem software servidor. Contudo, qualquer distro Linux faz o teset antes de hardware no próprio CD e resultado sai no relatório de boot no dmesg, onde já cheguei a detectar falha de parte de um dos chips de uma placa-mãe de renomada marca (fatalidade do exemplar). Vc tem razão em mencionar ‘hardware decente’, que antes no Brasil faltava por se importar qualquer porcaria. Em resumo: Windows instala em qualquer máquina porque os drivers são carregados e ativados depois, no mundo Linux tudo é feito a partir do kernel, exceto alguns módulos de periféricos, por opção do próprio usuário.

  • Ely Brito

    Olá, pessoal,

    Sou leiga em termos técnicos da área de software e adoro as matérias da Espírito Livre exatamente por isso, porque consigo lê-las e entendê-las. Aqui na instituição onde trabalho estamos migrando desde 2009 e, para isso, formamos um grupo de migração para o qual foram convocados técnicos e leigos.
    Na época, eu sequer tinha ouvido falar de software livre, ficava boiando nas reuniões, meu papel, segundo os meninos do suporte, era o de testar os SO e informar as dificuldades, ou seja, ‘ser cobaia’. Mas a curiosidade me levou a pesquisar, a descobrir a revista e outros textos, hoje eu sou grande defensora do SL.
    Adoro a coluna de Alexandre Oliva, amo as entrevistas e nesta edição em especial, me identifiquei muito com o relato de Evaldo Junior por conta de eu ter dado vários desses conselhos aos técnicos daqui, que até hoje lutam para conquistar os resistentes.
    Parabéns a todos.

  • EU DISCORDO COM MARCOS ELIAS, O PROJETO NOS MOSTRA UM IMPORTANTE AVANÇO NO MUNDO DOS HARDWARE.A REALIDADE ESTÁ AÍ.”SOFTWARE LIVRE NAS EMPRESAS”. CLARO QUE EM TUDO, SE TEM O SEU LADO POSITIVO E NEGATIVO. NO MAIS PARABÉNS AOS AUTORES DO ARTIGO…

  • Pingback: Software Livre nas Empresas e caso na SM Saúde | Albino Biasutti Neto :: Blog()

  • Gente, eu só comentei sobre a visão ruim do Windows em desktops exposta na tirinha. Só isso. Não critico software livre, pelo contrário, também uso e recomendo. Só que para quem não sai clicando em todo link que vê (em spam, scam, etc) o Windows por si só não é ruim como dizem nem dá tantos problemas assim. Isso para desktops, em servidores pessoalmente odeio Windows. O XP não sei, mas já usei o Windows 7 por mais de 2 semanas ligado e não tive problema nenhum, inclusive jogando Left 4 Dead e GTA IV esporadicamente * sem precisar reiniciar ao pegar no outro dia *. Curiosamente já precisei reiniciar vários servidores Linux rodando em VPS para resolver problemas com o mysqld e httpd, especialmente mysqld consumindo muita CPU.

    Claro que software livre é melhor por ser aberto, por poder mexer como quiser, por poder usar como quiser, etc. Nada é perfeito, tudo tem lá seus defeitos e benefícios.

    Enfim, só critiquei a mensagem exposta na tirinha, nada mais 😛

  • Julio Cesar

    gente, não quero entrar nesta polemica de sistemas, porque aliás gosto do dois,infelizmente tenho que usar o Windows, em função que sou representante comercial e a minha empresa só aceita no sistema online o IE. por isto quero fazer umas perguntas a quem possa responder.
    1 – eu usando Linux, há condições de instalar o IE para poder acessar a empresa.
    2 – quanto aos bancos que acesso (Bradesco e Caixa) são compatíveis para acessar com outro navegador no Linux.

  • tarcisio

    Parabens pelo exemplar trabalho. sou professor e tenho pos graduacao em informatica. estou me dedicando nesse servico de educacao e tenho visto que a maioria das pessoas que usam software proprietario nao o sabem usar nem conseguem resolver os problemas mais basicos de configuracao. no momento que muitos dos alunos que eu tive comecaram a ter o codigo livre na mao, eles escolhem a liberdade. e mais bonito ainda, libertam o computador. pois eles se dao conta do tempo que gastaram em outro OS e nao tem acesso ao codigo. nao sabe o que ele faz. eles sao administradores e ainda o Sistema manda contatar o administrador para resolver o problema e assim por diante.
    software livre da a liberdade que as pessoas querem. poder produzir seus documentos sua informacao. ter a sua sabedoria.
    o ser humano mais jovem que ensinei em software livre foi a minha sobrinha que iniciou nos 5 anos de vida. hoje ela completa 8 anos e est’a na segunda serie e nem quer ver outros sistemas que nao sejam linux. viu computador com sistema proprietario ela reclama pela lerdeza e fica irritada. tem Tux ela ve que o sistema anda e ela nao tem que ficar esperando ampulhetas girando de um lada para outro para intregar o servico que ela precisa.

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